Finalmente voltei para cima da minha menina. Quatro voltas num dia, para iniciar bem a semana. Tantas saudades!
Sei que foram rapidinhas, mas não houve tempo para mais. Talvez no próximo fim de semana dê para duas maiorzinhas.
Ela
até ronronou debaixo de mim, o que me fez apertar com ela ainda mais. E
quanto mais apertava, mais forte e agudo o som se tornava. E mais me
agarrei a ela.
O melhor a fazer, quando se arranca com força, é não se deixar ficar para trás...
2011-12-12
2011-12-06
Ineficiência consumidora
Já devíamos estar habituados a estar
em locais com pouca gente a atender e muita gente para ser atendida.
Obviamente não nos cabe a nós decidir quantas pessoas deveriam
estar a atender, mas podemos facilitar a vida a toda a gente. A quem
quer ser atendido rapidamente e a quem quer poupar em quem atende.
As senhas de vez, as filas de espera e
os pagamentos com cartão ou com dinheiro já não deveriam ter
segredos para ninguém. Até compreendo que pessoas com mais idade
tenham alguma inabilidade quer física quer mental para se
desembaraçarem na execução de algumas tarefas. Mas a maioria
deveria estar mais atenta e mais preparada para lidar com a tarefa
quando chega a sua vez. Não deveria custar muito a preparação do
pagamento, da reunião de todos os documentos e informações
necessárias. Encurta-se o tempo de espera e de atendimento, o que
melhora o serviço para todos.
Escrito por
SOD, o Pérfido
às
23:27
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2011-12-04
(Im)perfeição
À primeira vista poderá parecer
ridículo, mas não acontecerá assim com tão pouca frequência como
se poderá pensar. Muitas vezes ficamos presos à imagem de um
objecto. Pelos olhos, ficamos presos, imaginando-a como perfeita.
Como perfeita imagem do objecto. Chegamos mesmo a confundir a imagem
com o próprio objecto. Envoltos nesta ilusão, nem imaginamos o
quanto o objecto pode diferir daquela imagem. Afinal a imagem
representa apenas uma face do objecto e não a sua totalidade. Para
isso temos que estar na sua presença. Curiosamente, ainda que na sua
presença, o objecto ilude-nos apresentando várias facetas.
Escapando à captura da sua totalidade, a qual por sua vez também
escapa ao próprio objecto.
Mais dramática que a incapacidade da
captura do objecto na sua totalidade, será quando na presença de
ambos, preferirmos a imagem. Ficarmos reféns daquela imagem de
perfeição que captámos, a qual não conseguimos actualizar em
conformidade com a totalidade do objecto. Como pode um objecto,
naturalmente imperfeito, suportar tamanha comparação com qualquer
imagem de perfeição que se possa ter dele?
Escrito por
SOD, o Pérfido
às
17:53
2
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