Nunca compreendi o móbil para a violação. Nem sequer o cumprimento de uma obrigação indesejada. Posso compreender um desejo indesejado. Não mais do que isso. E isso não é para aqui chamado.
Talvez porque o (meu) desejo, deseja o desejo alheio. Alimenta-se dele. Chega a alhear-se das consequências para crescer.
Fortalece-se com a realimentação positiva, correndo o risco de atingir a saturação. O que não terá um fim dramático, desde que se renove o desejo. Um desejo renovado, pede mais renovação...
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