2026-10-07

Que belo par!

Um grande par de olhos, da cor do mar, onde um homem se poderia perder, apenas a contemplar.

Olhos de uma cor profunda, difíceis de alcançar, carregam o peso da melancolia funda, não conseguem descansar.

Perscrutam, sendo impossíveis de sondar, não descansam, nem deixam descansar.

Capturam a atenção, impedem o baixar do olhar, para outro belo par,  tão evidente e tão oculto, do meu olhar...

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